Salmo 2 (Genebra)
Melodia: Saltério de Genebra
Métrica: 10 11. 10 11. 11 10. 11. 10
Compositor: Louis Bourgeois, 1539
Harmonização: Claude Goudimel, 1564
Letra: Comissão Brasileira de Salmodia, 2009
Por que se amotinam as nações,
Pensam os povos sempre em vaidades?
Os reis da terra tomam posições,
E os governantes buscam unidade
Contra o Senhor e contra seu Ungido
Dizendo: “Os laços seus vamos romper,
Suas algemas lançaremos fora,
Deles queremos nós nos desfazer”

Porém, aquele que nos céus está
Põe-se a rir, o Senhor zomba deles
Na sua ira, há de lhes falar
No seu furor, os deixará turbados:
Constituí meu Rei, o meu Ungido
Sobre o meu santo monte de Sião,
Proclamarei do Senhor seu decreto:
Disse: “és meu Filho, hoje te gerei”

Pede a mim e herdarás nações
E os fins da terra como tua posse
Com teu bastão de ferro as quebrarás
Qual vaso de oleiro despedaçarás
Agora pois ó reis sede prudentes
Deixai-vos, ó juízes, exortar
Prestai a Deus serviço com temor
E alegrai-vos nele com tremor

Beijai o Filho, Ungido do Senhor
Para que sua ira não se acenda
E no caminho ainda pereçais
Quando em breve Seu furor se levantar
São todos nele bem-aventurados
Todo que nele se refugiar
São todos nele bem-aventurados
Todo que nele se refugiar